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A Central de Reservas
Cultura
  • Saudade como fonte de emprego e renda as comunidades
    Mesmo com a simplicidade de nossas vidas, havia sempre alguma que nos marcavam. Muita delas era sobre coisas simples que não envolviam dinheiro e nem status. Em algumas situações, dinheiro nenhum neste mundo pagaria por este prazer ou privilégio. Lembro-me da comoção que era a visita da Folia de Reis e do Divino a nossa região.
     

  • O dia da “lamparina elétrica” na minha casa
    Lembro-me como se fosse hoje o dia em que finalmente chegou a luz elétrica em minha humilde casa no Araribá. As casas naquela época eram chamadas de “casas de roceiros”, típica casa de taipa, caiada de cal que ficava “arvinha, arvinha” com esta pintura.
     

  • As “visage” do tempo do “fifó”
    Meu pai que é do Araribá, conhecido também como Seu Dadau conta que toda a região já foi cheio de “visage”, quer seja de origem na pesca, na roça, nas festas, nas caçadas e até mesmo nas casas. Ele mesmo já presenciou fatos estranhos, algumas delas ainda o perturbam até hoje, dá até para escrever um livro.
     

  • Cinco décadas de colonização francesa na Região Sul
    Claude Perreau ainda muito jovem descobriu a vocação em ajudar seu semelhante, segundo ela foi um chamado Divino que a incentivou a ser missionária, e, em 1965, surgiu a oportunidade de abandonar a estabilidade de um país de primeiro mundo para ajudar povos de outra região do planeta.
     

  • Bisneto de escravos guarda relíquia de atividade pesqueira da região
    Benedicto guarda por 54 anos um conjunto de pescaria que possui um anzol, um arpão e uma fisga, só que não é um conjunto comum. As peças têm cerca de 150 anos e foram forjados num aço específico, até o arame é diferente.
     

  • Música regional: pioneiros que influenciaram uma época
    Se hoje temos bons (e ruins) músicos, devemos muito aos Pioneiros, que introduziram o primeiro violão, o primeiro baixo, a primeira guitarra, a primeira gaita de fole e etc. Por isso, segundo o “Y-górpe”, temos hoje cerca de 4.000 músicos só no Sertão da Quina (isso quer dizer que tem mais músico aqui do que gente).
     

  • O que causa a ressaca do mar?
    Impulsionada por correntes marítimas, a massa de água caminha com velocidade crescente até encontrar o litoral. Ao chegar à praia, o mar agitado inunda a faixa de areia e as ondas quebram bem próximas da orla.
     

  • Folia do Divino emociona moradores tradicionais
    Após décadas de ausência da Folia do Divino, moradores tradicionais se encantaram com a visita do Grupo de Folia de Reis do Poruba e Itaguá que vieram abrilhantar o dia dos trabalhadores no Sertão da Quina.
     

  • Tupinambás: a primeira impressão dos índios do litoral paulista
    Sabemos que o Brasil não foi “descoberto”. Segundo os sambaquis encontrados em nosso litoral, por aqui já viviam homens no ano 75 da era cristã. Foi por conta da ganância e da ignorância dos colonizadores que nossa descendência indígena acabou.
     

  • Confederação dos Tamoios: o evento mais espetacular da nossa história
    Entre os anos de 1554 e 1575 o litoral foi lugar de entrada dos europeus. Os Tupinambá, uma raça guerreira e destemida que vivia sobre os princípios de suas crenças, estabelecendo a partir dela uma organização social, travou contra os portugueses (Perós) uma guerra sem precedentes no litoral.
     

  • Índios brasileiros realizaram a primeira confederação das américas
    Na realidade, os franceses e portugueses não estavam nem aí com os índios, seja lá qual nação pertenceria. Eles atraíram os índios a fim de um único propósito: atender ao processo de colonização, com isto também atiçavam a rivalidade entre as nações.
     

  • A Paz de Iperoig: diplomacia e traição na Terra Tamoia
    As negociações aconteceram ainda no Brasil nascente. Os portugueses estavam sendo ameaçados. A Confederação dos Tamoios estavam fortalecendo alianças. Após o susto em Piratininga, Nóbrega e Anchieta resolveram agir. Os jesuítas partem de Bertioga rumo à aldeia do cacique tamoio Coaquira, em Iperoig.
     

  • Famílias dos Parques Estaduais
    O litoral paulista começou a ser povoado no século XVI, logo após o descobrimento do Brasil. Os imigrantes adentraram nas matas e foram avançando ao interior, constituindo cidades como São Paulo e outras tantas. Muitas famílias permaneceram na costa do litoral, onde sobrevivem até hoje. No decorrer do tempo, o Estado decretou as áreas de preservação ou parques estaduais, especialmente em áreas litorâneas.

     

  • A presença da língua tupi em Ubatuba
    A língua portuguesa, apesar de sua origem indo-européia, sofreu no Brasil a influência de muitos outros idiomas, provenientes de nossos colonizadores, dos escravos africanos e principalmente dos nossos ancestrais indígenas. Dessa maneira, muitas palavras que compõem nosso dia-a-dia têm origem na língua tupi.
     
  • Chás caseiros ainda presentes na formação da cultura litorânea
    Na época em que minha mãe era pequena, a farmácia era muito longe de onde morávamos e tinha de ir a pé. Mas como resolver ou aliviar algumas dores físicas e até psicológicas? Todas as mulheres recebiam conhecimentos específicos sobre nossa cultura, costumes, dizeres e fazeres.
     
  • “Capitão do Mato” - Lenda antiga renasce na horta de moradora
    A Moradora A.M.S., 34, do Sertão da Quina, levou um susto na manhã do último dia 20 quando foi buscar tempero na horta que tem no quintal. Ela se deparou com duas “peças” que se elevaram próximo aos pés de cebola verde na leira do meio. O objeto estranho subiu da terra como se brotasse como algo que estava enterrado há tempos.
     
  • A história do bolo de barro
    Seus lábios molhados de lágrimas e suas palavras doces a Nossa Senhora conduziam a mão ao chão fazendo um monte de barro que foi colocado numa forma velha e depois no forno do fogão de lenha. Parada em pé olhando o que havia feito, pensou: “Não tenho farinha, mas ao menos um bolo de barro à minha filha”.
     
  • A Maldição de Cunhambebe
    “Ubatuba é uma cidade que tem muita iniciativa e pouca continuativa”, dizia um velho caiçara para as pessoas que lá chegavam, no começo dos anos 70 em busca de um novo local para trabalho e morada.
     
  • Manhas e artimanhas do cacique Cunhambebe
    Depois que eu decidi contar neste jornal o que é, como surgiu e o que deve ser feito com a “maldição de Cunhambebe” que inferniza Ubatuba há mais de três séculos, fui procurado por muitas pessoas interessadas em maiores detalhes sobre o veterano cacique. Pouco pude acrescentar ao que eu já havia dito, mas para espanto meu, aconteceu uma coisa extraordinária.
     
  • O dia em que Cunhambebe fugiu
    “Vocês são loucos, estou há mais de quatrocentos anos cuidando da minha maldição pra me vingar de vocês e agora vejo que não preciso mais me lixar com isso. Vocês mesmos sabem se arrebentar sozinhos. De tanto fazer asneiras e inventar regra errada no lugar errado vocês não sabem mais viver com a natureza e isso vai acabar com ela. Sem ela não vivo nem morto, vocês que se lixem, tô fora. Fui!”
     
  • Lenda do Corpo Seco
    Contavam, depois, que certa noite espectros macabros foram vistos transportando dali um vulto qualquer, mal divisado à luz funérea de ossadas fosforescentes. O fato é que na costeira da Prainha não mais se ouviram os lancinantes gritos do fantasma.
     
  • Lenda do Corcovado
    Pouco depois de Jordão Homem da Costa vir com diversas famílias povoar a antiga aldeia de Iperoig, já então com o nome de Ubatuba, aventureiros daquele tempo quiseram ir ao topo do Corcovado. Os primeiros que isso tentaram foram dois rapazes, jovens ainda, Pablo e Juan, filhos de um fidalgo espanhol, proprietário aqui de vasta sesmaria.
     
  • Lenda "Os Marinhos"
    Num dado momento um farfalhar mais forte agitou as águas próximas e dali emergiu uma encantadora mulher, inteiramente nua, que, com desembaraço galgou a penedia, mal disfarçando a total nudez com basta cabeleira entremeada de algas e de espumas!
     
  • Lenda: A Mina de Ouro
    E Pedro continuava, trêmulo, acovardado. À noite não conseguira dormir, parecendo-lhe ouvir ao longe a voz cristalina da moça numa canção de amor. De repente a porta do casebre tremeu e escancarou-se, penetrando por ela um vulto diáfano de mulher. Era Alice! Ele a reconheceu.
     
  • Azul-marinho: a banana que muda de cor
    Para quem acha que banana é apenas sobremesa, se engana ao atracar na magnífica cidade de Ubatuba, contemplada com o inesquecível prato azul-marinho.
     
  • Receita: peixe com banana verde
    Acordei as 4 da manhã e fui tirar a rede de “tresmalho” na beira da costeira, dei sorte, consegui pegar uns dez peixes e dentre eles três carapaus grandes e uma sororoca, coloquei a rede e os peixes na canoa e trouxe para o jundú da praia até o rancho, lavei a rede na água doce da barra.
     
  • Maré Cheia de Lua
    Que ela é inspiração para os apaixonados todo mundo sabe, que ela abriga o guerreiro São Jorge alguns vêem, que ela foi explorada por nossos astronautas todos comprovamos e que ela influencia na maré dos oceanos, será que todo mundo entende?
     
  • Maranduba: árvore, ilha, lago, terra, lenda ou tudo junto?
    Para o pesquisador J. David Jorge do Arquivo do Estado refere-se à denominação de Maranduba como uma pequena ilha, um rio e um lugar no município de Ubatuba. Descreve ainda que se trata de uma ilha marítima, pequena e de formação granítica, localizada bem de frente a foz do Rio conhecido pelo nome de Brejamirinduba.
     

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