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A Central de Reservas

História
  • Agostinho Alves da Silva: o homem caprichoso
    Natural de Natividade da Serra, ele nasceu no dia 29 de setembro de 1915 e de lá para cá fez história. Tinha três paixões em sua vida, a primeira ele gostava tanto que casou com ela, foi dona Vicentina Alves da Silva, a outra eram os filhos e por último a Folia de Reis.
     
  • Andrelino Perez - O homem São Cruzeiro
    Andrelino Perez nasceu no trecho compreendido entre a Lagoinha e o Bonete em 14 de fevereiro de 1906, filho de Valentim Perez, um viajante do mar e de Maria Francisca da Conceição uma lavradora e dona de casa.
     
  • Antonio Cruz de Amorim: o homem da memória fotográfica
    "Entrais filho, sentais aí, vô desligá a televisão... Do que a gente vai falar?" Era assim que seu Antonio começava os assuntos. Foi um dos homens mais atualizados da sua geração. Seus amigos dizem que na falta de coisas para ler, lia até bula de remédios.
     
  • Chico Romão, um homem do mar
    Nasceu à beira mar em uma casa humilde. Ao redor se via o jundú avançar o quintal, o vento balançar as folhas das bananeiras, onde a melodia que o fazia dormir era o som do mar, do vento, das aves e da areia no jundú da praia.
     
  • Geraldo Salles de Oliveira: querido professor
    Nascido em 18 de dezembro de 1963, professor de formação, Geraldo é de família simples, numerosa, costumeira com a lida diária tradicional, tinha um jeitinho caiçara de ser e via na sua cultura de formação uma riqueza de detalhes, de cantos e encantos, de valores fortes ligados a formação e nosso povo.
     
  • João Rosa, patriarca do Sertão da Quina
    Nascido em 07 de setembro de 1902 em meio as casas de pau-a-pique, roças e rios, o caiçara João Manoel dos Santos, carinhosamente conhecido como João Rosa, é considerado patriarca do Sertão da Quina.
     
  • Luiz Henrique de Oliveira, o bom moço
    Procurando o que escrever dele, pouco se achou para colocar em palavras, mas em sentimento caberia em um caminhão. Este menino, ou jovem moço era apaixonado pela família e os amigos, era um daqueles que tirava sua camisa para doar a quem não tinha.
     
  • Maria Balio: a mulher que virou lenda
    Na região norte de Ubatuba, na praia da Justa (ao lado da Praia do Ubatumirim) a menina Maria das Dores Balio Fava “estreava” para o mundo. Filha de Antonio Silva Balio e Estefania Balio, ela nasceu no dia nove de junho de 1914 e seu destino, ou melhor, o do município, teria boas surpresas.
     
  • Maria e Fidencio somam 2 séculos de história pra contar
    “Amar pra ser amado” foi assim, baseando-se nesta frase que foram criados junto com os familiares e amigos. Único casal vivo que guarda os reais segredos da aparição da santa Nossa Senhora das Graças no Morro do São Cruzeiro no Sertão da Quina, seu Fidencio e tia Maria possuem juntos 202 anos de vida e muita história pra contar.
     
  • Manoel Pedro dos Santos: O homem das sementes, frutos e flores
    No primeiro dia de julho de 1922, nascia Manoel Pedro dos Santos, o primogênito do casal Pedro Manoel dos Santos e Anativa Rosa de Oliveira, numa casa simples feita de pau-a-pique, nos fundos um pequeno riacho e a frente na várzea roças de milho, café, mandioca, cana, bananal, laranjas e hortaliças.
     
  • Nagib Abdo Hanna: um homem de visão
    Em 1957 inicia sua paixão pela Maranduba. Mesmo enfrentando as dificuldades de acesso da época, Nagib inicia o Loteamento Maranduba com mais de quatrocentos lotes. Chegava a realizar duas viagens por semana de São Paulo a Maranduba para realizar esse projeto.
     
  • Nativa Fernandes de Faria: a merendeira carinhosa
    Sua alegria e sorriso era evidente todos os dias na hora de servir merenda, que era mais conhecida com “a sopa da Tia Nativa”. Quem não se lembra deste tempo... Quando não tinha ingredientes ela pegava de seu quintal e preparava com todo o carinho a alimentação das crianças da escola. Quando não tinham em casa ela pedia aos alunos que trouxessem de casa o que tivessem para que preparasse a merenda.
     
  • Orzília Maria de Jesus, um exemplo de luta e de fé
    Exemplo de pessoa guerreira, trabalhadora e religiosa foi desta personagem. Ela pode ser o modelo ideal de mulher batalhadora que pode, sem sombra de duvida, representar o sofrimento e a vitória das mulheres de uma época, que cuidavam da roça, da casa, dos filhos e do marido com muita fé, mas naquela fé verdadeira, sem shows e negócios para a conquista.
     
  • Paula Alves dos Santos, a serenidade pura
    Prova viva do intercâmbio entre o planalto e o litoral, dona Paula nasceu em Vargem Grande no dia 25 de abril de 1915. Lá se criou até o casamento. Descobrimos que ela gostava da simplicidade e de comida caipira. Mulher de luta como era foi difícil achar adjetivos a esta batalhadora, mas que pode ser resumida desta forma: forte como um touro, resistente como o cedro, doce como o mel e delicada como uma flor.
     
  • Pedro Bernardino, um homem de bem
    “Bom dia comadre! Vai pra Caraguá? E Então trás pra mim filé minhão, sapatos novos, sorvete e bastante dinheiro.” Era dessa forma, brincalhona que Pedro Bernardino de Amorim costumava brincar com quem passava em frente a sua casa a esperar a condução para ir a cidade vizinha.
     
  • Sebastiana Luiza: a enfermeira das famílias
    Parteira de profissão, realizada varias ações medicamentosas, dona de um raro saber, ela conseguia transformar folhas e raízes nos mais importantes remédios. Tinha remédios para todos os problemas da época. Sua fé nunca foi contestada, seus benzimentos em nome de Deus hoje são questionados, mas quem precisou que o diga.
     
  • Tereza dos Santos: mulher de fibra e de fé
    Tereza nasceu normal e com o tempo os pais descobriram que algo de errado vinha acontecendo com Tereza. Ela tinha paralisia infantil. Na época não havia escola, assim como muitos, aprendeu a ler e escrever com Maria Ballio, que a pé ensinava em toda a região.
     
  • Tia Maria Gorda
    Em 06 de junho de 1922, tendo como coberta a mata atlântica e como cama o solo fértil das grandes roças, nascia das mãos de parteiras da região a menina Maria Verônica Correa de Oliveira que foi exemplo de mãe, filha, mulher trabalhadora, avó e comadre.
     
  • Morador do Sertão da Quina recebe o 1º Titulo de Ubatubano Ilustre da região
    No dia 28 de outubro de 2010, nas festividades do aniversario de Ubatuba, a Câmara Municipal realizou sessão solene para a entrega dos títulos de Cidadão e dos ilustres da cidade. Neste evento, o morador do Sertão da Quina Sebastião Pedro de Oliveira, de 85 anos recebeu das mãos do vereador Osmar de Souza o Titulo de Ubatubano Ilustre.
     
  • Em 1967 moradores são presos por defenderem a natureza
    Moradores revoltados com a aplicação do BHC em seus rios realizaram manifestação em frente ao armazém do Sertão da Quina. Na ocasião um policial tentou sacar um revolver para intimidar a manifestação quando foi contido por um morador de nome “Zé Jean”. Na confusão policiais solicitaram reforço. Com a chegada de mais policiais alguns moradores foram algemados e conduzidos a delegacia no centro da cidade.
     
  • Missionária francesa realizou 1º Censo no Sertão da Quina em 1966
    A missionária francesa Claudie Perreau realizou entre os dias 24 de fevereiro a 15 de maio de 1966 o primeiro censo de que se tem noticia na região sul de Ubatuba. Os dados colhidos por Claudie têm grande importância histórica e social em relação a população que viviam por estas bandas.
     
  • A história do loteamento Balneário Maranduba
    A história do loteamento atualmente denominado “Balneário Maranduba” começa em em 13 de março de 1797 na qual a Sesmaria Brejahymirinduba (ou Maranduba). Por se achar devoluta, a sesmaria foi concedida a Jose Ferreira de Castilho, José Faustino de Alvarenga e Joaquim de Moura Ferreira.
     
  • Destaque no caderno de turismo do Jornal Gazeta de SP de 1957
    Sob o título “Ruínas que Falam de uma Época: Riqueza e Desumanidade”, a região ganhou destaque em 23 de setembro de 1957 no caderno de turismo do jornal A Gazeta de São Paulo, matéria sabiamente escrita pela jovem jornalista Regina Helena de Paiva Neto que fala do patrimônio histórico, cultural e ambiental da Lagoinha dos anos 50.
     
  • Ruas receberam nomes de pracinhas da FEB
    Em 1956 a Construtora Jequitibá realizava a terraplenagem do Balneário Maranduba quando solicitou a Associação dos Ex-Combatentes do Brasil uma relação de nomes de ex-combatentes falecidos nos campos de batalha da Itália. O propósito era homenagear esses valentes brasileiros dando seus nomes as ruas do empreendimento.
     
  • Em 1956 juiz manda devolver a fazenda Poço dos Bagres
    Esta foi à sentença determinada pelo Dr. Alpheu Guedes Nogueira, Juiz de Direito da Comarca de Ubatuba em 25 de novembro de 1955. Tudo publicado no Jornal Tribuna Caiçara, de 1 de janeiro de 1956, Ano V, página 7, número 225. Edição esta que não circulou no litoral norte, só na região de Santos.
     
  • Água Branca Futebol Clube: Época da chuteira de couro e crava de prego
    O nome da cachoeira teve maior repercussão quando um grupo de amigos, que jogava futebol, resolveu em 1955, ainda no governo Alberto Santos, criar um time de futebol - o Água Branca Futebol Clube, o nome foi escolhido porque de onde eles jogavam avistavam a cachoeira, o clube tinha bandeira e tudo.
     
  • Rumo à Aparecida do Norte
    Em 1936, promessa moveu moradores do Sertão da Quina a caminhar até Aparecida
     
  • Grupo Escolar da Maranduba de 1932
    “O galo cantava às quatro da manhã, as cinco nossas mães nos acordavam, os pais iam pra roça ou pro mar, o café de cana já estava no bule em cima do fogão a lenha, a cumbuca de piché/baticuí. Colocávamos a calça meio amarela, meio cáqui, camisa branca, descalço e lá íamos pela trilha, em duas horas de caminhada chegávamos à escola”.
     
  • Tupinambás: a primeira impressão dos índios do litoral paulista
    Sabemos que o Brasil não foi “descoberto”. Segundo os sambaquis encontrados em nosso litoral, por aqui já viviam homens no ano 75 da era cristã. Foi por conta da ganância e da ignorância dos colonizadores que nossa descendência indígena acabou.
     
  • Confederação dos Tamoios: o evento mais espetacular da nossa história
    Entre os anos de 1554 e 1575 o litoral foi lugar de entrada dos europeus. Os Tupinambá, uma raça guerreira e destemida que vivia sobre os princípios de suas crenças, estabelecendo a partir dela uma organização social, travou contra os portugueses (Perós) uma guerra sem precedentes no litoral.
     
  • Índios brasileiros realizaram a primeira confederação das américas
    Na realidade, os franceses e portugueses não estavam nem aí com os índios, seja lá qual nação pertenceria. Eles atraíram os índios a fim de um único propósito: atender ao processo de colonização, com isto também atiçavam a rivalidade entre as nações.
     
  • A Paz de Iperoig: diplomacia e traição na Terra Tamoia
    As negociações aconteceram ainda no Brasil nascente. Os portugueses estavam sendo ameaçados. A Confederação dos Tamoios estavam fortalecendo alianças. Após o susto em Piratininga, Nóbrega e Anchieta resolveram agir. Os jesuítas partem de Bertioga rumo à aldeia do cacique tamoio Coaquira, em Iperoig.
     

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